Messin’ Around

março 30, 2010

O QUE: “Ocidente Acústico” Party – Edição 547

Show com a banda PÚBLICA
Abertura: MESS

Discotecagem: Julia Barth, Pedro Metz e Letícia Rodrigues
QUANDO: quinta-feira, 01 de abril de 2010 – Véspera de feriado – 22hs
QUANTO: Ingressos a R$ 15,00 (quinze reais). Cons. Mínima Isenta.
ONDE: Bar Ocidente – João Telles esq. Osvaldo Aranha
INFORMAÇÕES: 51 3312 1347 – http://www.ocidente.com.brhttp://www.reimagroproducoes.com
É VÉSPERA DE FERIADO!!! IMPERDÍVEL!!!!

http://www.myspace.com/melviraswing
http://twitter.com/melviraswing

Messin’ Around

março 23, 2010

Gravação do programa “Império da Lã apresenta”
no LONG PLAY
Quarta-Feira, 24/03 – 20h

O “Império da Lã apresenta:” vai ao ar todos Domingos, às 16h, na radio Ipanema (94,9 FM ou http://www.ipanema.com.br)
É um programa com música ao vivo, pratcament de auditório, absolutament anárquico e definitivament PREZA!
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Atração da semana: MESS
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Maria Elvira e os Suprassumos do Swing, a MESS, se destacou em 2009 como uma grata e original revelação cheia de estilo próprio. Rock cru e elegante, sério e charmoso, e com referências atemporais – graças a Deus! Passando por Mark Lenegan, PJ Harvey, The Cramps, R&B e Soul 60’s e 70’s, com um som autoral cheio de guitarra e sensualidade, Maria Elvira, André Rocha, Letícia Rodrigues e Álcio Villalobos fazem rock como o rock deve ser!
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Tá… E depois da gravação do programa ainda rola festinha com música mecânica (como diria o meu pai com relação a qualquer tipo de deejayismo).
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Investimento: 8 pilas até as 23h e 12 pilas depois das 23h
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Quer ir de graça? coloque apenas UM nome por post na lista do Orkut e tenha uma noite de imperador!
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=35023447&tid=5450285740313046156
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OUÇA: http://www.myspace.com/melviraswing
SIGA: http://twitter.com/melviraswing
contato: melviraeossuprasumosdoswing@gmail.com

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Crazy Train

fevereiro 5, 2010

ISSO SIM É QUE É BATERISTA!!!!

Talk To Me

outubro 30, 2009

Amiguinhos e amiguinhas.

Faz tempo que não posto nada aqui no blog a não ser vídeos ou “pequenas gotas de sabedoria” internética. Então, vamos atualizar essa xonga.

– Trabalho: faceiro. Nada a reclamar.

– Música: sempre descobrindo coisas novas e legais. Hoje escutei o novo Wolfmother (bons momentos como no primeiro, mas no geral é aquele velho deja-vu musical que, se não é nada de mais, também não é ruim, New Moon Rising é bem tri!), não páro de escutar “Souljacker part 1” do The Eels, aguardo ansiosamente pelo disco do Them Crooked Vultures e ainda não sei se vou conseguir ver o Faith No More.

– Cinema: Recentemente vi com a Ziza o AntiCristo, do Lars Von Trier. Sei lá, quem disser que não gostou é porque ou quer parecer “espertinho”, ou porque não entendeu nada ou proque simplesmente não gostou. Eu gostei. 😉 Quero muito ver Paranormal Activity e Zombie land. Quero ver Matadores de Vampiras Lésbicas (provavelmente mais por conta do engraçadíssimo trailer). Não pretendo, nem que me paguem, ver Alice in Wonderland com o Johnny Depp. Deixa ver… em vídeo assistimos algumas coisas bem bacanas aqui em casa, como o “Deixe Ela Entrar”. Esse último eu fui movido pela resenha na Rolling Stone, mas acho que o companheiro lá exagerou um pouco na interpretação do filme, mas vá lá, é um filme bacana. Ah, é sueco. quero ver ainda

– TV: Gargalhamos às ganha aqui em casa com a nova temporada do Office e com a nova série United States of Tara, com a premiada Toni Colette. Office é sempre um colosso, já a Tara foi uma ótima surpresa. Tara é uma projetista que sofre de distúrbio de múltiplas personalidades. Uma é uma dona-de-casa dos anos 50, outra uma adolescente ninfomaníaca e a outra (outro) é Buck, o mais legal de todos, uma espécie de caminhoneiro que teve seu pênis explodido no Vietnã (como ele descreve no terceiro episódio). Até agora só trouxe alegria e a performance de Toni é impressionante. Flash Forward foi uma que começamos a ver e que estamos gradualmente perdendo o interesse. A história é boa, mas os atores… Big Bang Theory continua excelente e Two And A Half Men ainda creio que é uma série que só eu realmente gosto de acompanhar aqui em casa, hehehehehe.

-Qualidade-de-de-de de viiiida: Entrando na natação e fazendo shiatsu uma vez por semana. Aconselho!

– Bandas: tudo ótimo. A MESS fez um show excelente semana passada que nos renovou o gás. A Podias está para ensaiar (está demorando… heheheheheh) e a Lautmusik está de “feriado”, até a volta da Alessandra de férias e a recuperação da tendinite do Cassio.

Acho que por enquanto é tudo. Continuo não gostando da Pitty (esse disco novo mostra a fada tentando fugir do rótulo de fada-madrinha dos emos, mas com um resultado bem medíocre para fraquíssimo), ainda acho que filmes cabeça não são pra mim e que o calor em Porto Alegre é um saco (está previsto para esse final de semana 40º).

Abração! 🙂

Cloud Nine

outubro 21, 2009

Lautmusik ao vivo no Rock Gaúcho na TV

Bem legal! 😀

A música ali do vídeo se chama “Cloud Nine” e não “Call Line”, hehehehehe. A versão atual dela é mais rápida e tal, mas eu curto às ganha desse jeito.

Valeu, gurizada do Rock Gaúcho!

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Hoje tem MESS no Dr. Jekyll!!!

Vai lá, panga!

Quer desconto no ingresso? Manda até às 18h teu nome para melviraeossuprasumosdoswing@gmail.com que até às 23h o teu ingresso será de R$ 10.

Vai ser BEEEM tri!

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I’ve got a friend who I’ve known since I was seven
We use to talk on the phone, if we have time, if it’s the right time

Accompany me by the kitchen sink
We talk about love, we talk about dishwasher tablets, illness
And we dream about heaven

I know it, I think I know it from a hymn
They’ve said so, it doesn’t need more explanation
A box to open up with light and sound
Making you cold
Very cold

I leave home at seven
Under a heavy sky, I ride my bike up, I ride my bike down

November smoke and your toes go numb
A new colour on the Globe
It goes from white to red, a little voice in my head says oh, oh, oh

I know it, I think I know it from a hymn
They’ve said so, it doesn’t need more explanation
A box to open up with light and sound
And if you don’t
You’re on your own

Aguardem!! 😉

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Minha banda preferida do momento:

Os belgas do dEUS:


Bad Timing ao vivo


Slow ao vivo com a Karin Dreijer “Fever Ray” Andersson

Após longo tempo sem atualizar essa “catígoria” do blog, vamos lá.

As coisas têm sido bem diferentes no meu tocar desde que a MESS começou. A SV tinha muita performance e porrada. A Podias também vai na linha mais porrada. Já a MESS eu posso explorar mais o som da bateria, tonalidades, texturas e a própria estrutura percussiva da mesma, me valendo do som diferenciado de cada parte das peles, pratos e tipos de batidas.

Olhando pra trás, vejo que a SV tinha muito de exibicionismo musical da minha parte. Porém, só “agregou valor ao produto”, pois não economizei em batidas diferentes, sincopadas e tempos curiosos (principalmente nas últimas músicas que fizemos). Posso dizer que eu sabia “bater” harmoniosamente antes, mas a SonicVolt me fez aprender a tocar.

A Podias é alegria pura dentro do caos. O negócio ali é rir e divertir. Se não nos divertimos, não tocamos. Simples assim. É sempre ótimo quando o Patrick vem com uma música nova e a gente termina de tocar dando risada. Gostaria só que a gente fosse mais CDF com a Podias, no sentido de gravar as músicas para o MySpace e por aí vai. Em termos de bateria, é a antítese de tudo que fiz como baterista na minha vida: tocar rápido. Nunca fui fã, como músico, da velocidade pura e simples. Sempre preferi um bom groove. Mas como a proposta da banda faz a velocidade ter sentido, corri atrás na buena e bem faceiro. Hoje quanto mais rápido melhor… e mais risos ao final da música. 🙂 Tocar rápido pouco me interessa. Fora a Podias, eu não tocaria em mais nenhuma banda de punk, hardcore, splatter, death, grindcore…

A MESS começou de um jeito e agora está cada vez mais diferente. Isso é ótimo! Pois todos contribuem para as músicas. Cada um traz um pedaço de casa e todos testam maneiras diferentes de se tocar. As três músicas novas (cujo nome não lembro, hehehehehe) são uma amostra dessa diversidade bem vinda. Desde o começo sempre pensei em fazer o oposto radical de tudo que havia feito como baterista nos últimos anos. Simplifiquei a batida “barroca” da SV, porém mantendo uma certa “complexidade” (aquele tipo de coisa que você olha, acha fácil, mas vai tocar e se fode tentando repetir, ehehehehehhe… metido, eu?),  e diminuindo a velocidade da Podias, mas mantendo certas estruturas de tempo e batidas bizarras.

Estou realmente feliz com minhas bandas e com o que temos feito. Sinto-me crescer cada vez mais como músico, podendo trabalhar com pessoas COLOSSAIS que só me trazem aprendizado e criando músicas muito especiais.

Voltando à MESS, as novas músicas serão apresentadas no show da próxima segunda-feira. Esse aqui do flyer ó:

fly_mess_moog_15062009_jekyll_cor_peq

Vou tentar descrevê-las… mesmo que provavelmente meus amigos e companheiros de banda discordem do que eu escreva, hehehehehe… convido-os a comentarem então 😉 :

PRIMEIRA – Pop total, com pegada pesada de guita no meio e paradinhas dançantes. Para cantar junto.
SEGUNDA – Riff do andré que começou como algo total Hard Rock, passou pelo estágio AC/DC, caiu num Black Keys, voltou pro hard farofa (do tipo que acompanha com cowbell e giradas de baqueta nos dedos) e acabou como um lance que combina Tom waits/Disco/Rumba/Tribais/Stoner.
TERCEIRA – Essa a gente só fechou pro show. Depois trabalharemos mais. Mas é um som épico… hehehehehe. Tipo de música que vai crescendo, pro fã mais enlouquecido fechar o olhinho na hora do show e cantar junto a plenos pulmões. Agora que meus amiguinhos vão querer minha cabeça: Eu diria que a música tem um “quê” de Pearl Jam com Radiohead e U2. Começa com uma batida seca, entra o baixo em tempos sincopados e a guitarra vem dedilhando lááááá do fundo. Finalmente o vocal entra melodicamente e vai subindo a emoçÃ. Sei lá porque, mas me lembrou aquelas três bandas, hehehehehe. Talvez fosse melhor eu dizer que a música se parece com uma mescla de Napalm Death/Venom/Carcass…

Como for, nessas três músicas tive certa dificuldade de fechar uma batida, pois achava sempre tudo BUIDU ZIMBLES (“muito simples” para os não-entendidos, hehehehe). Mas há beleza na simplicidade. Já sabia disso, só botei em prática. Com certeza estou mais econômico e minimalista (como já disse acima), mas acho que estou também mais eficiente e isso me interessa muito mais do que inventar quinhentos rolos e quebradas por segundo, hehehehhe.

Então tá, porto alegrenses: vão lá segunda-feira!!! Quem não for daqui também está mais do que convidado a vir pra Porto Alegre curtir o show da MESS. Será uma experiência maravilhosa! hehehehehe

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Mano, tudo vai dar certo e não há de ser nada!!! 🙂