Talk To Me

Outubro 30, 2009

Amiguinhos e amiguinhas.

Faz tempo que não posto nada aqui no blog a não ser vídeos ou “pequenas gotas de sabedoria” internética. Então, vamos atualizar essa xonga.

- Trabalho: faceiro. Nada a reclamar.

- Música: sempre descobrindo coisas novas e legais. Hoje escutei o novo Wolfmother (bons momentos como no primeiro, mas no geral é aquele velho deja-vu musical que, se não é nada de mais, também não é ruim, New Moon Rising é bem tri!), não páro de escutar “Souljacker part 1” do The Eels, aguardo ansiosamente pelo disco do Them Crooked Vultures e ainda não sei se vou conseguir ver o Faith No More.

- Cinema: Recentemente vi com a Ziza o AntiCristo, do Lars Von Trier. Sei lá, quem disser que não gostou é porque ou quer parecer “espertinho”, ou porque não entendeu nada ou proque simplesmente não gostou. Eu gostei. ;) Quero muito ver Paranormal Activity e Zombie land. Quero ver Matadores de Vampiras Lésbicas (provavelmente mais por conta do engraçadíssimo trailer). Não pretendo, nem que me paguem, ver Alice in Wonderland com o Johnny Depp. Deixa ver… em vídeo assistimos algumas coisas bem bacanas aqui em casa, como o “Deixe Ela Entrar”. Esse último eu fui movido pela resenha na Rolling Stone, mas acho que o companheiro lá exagerou um pouco na interpretação do filme, mas vá lá, é um filme bacana. Ah, é sueco. quero ver ainda

- TV: Gargalhamos às ganha aqui em casa com a nova temporada do Office e com a nova série United States of Tara, com a premiada Toni Colette. Office é sempre um colosso, já a Tara foi uma ótima surpresa. Tara é uma projetista que sofre de distúrbio de múltiplas personalidades. Uma é uma dona-de-casa dos anos 50, outra uma adolescente ninfomaníaca e a outra (outro) é Buck, o mais legal de todos, uma espécie de caminhoneiro que teve seu pênis explodido no Vietnã (como ele descreve no terceiro episódio). Até agora só trouxe alegria e a performance de Toni é impressionante. Flash Forward foi uma que começamos a ver e que estamos gradualmente perdendo o interesse. A história é boa, mas os atores… Big Bang Theory continua excelente e Two And A Half Men ainda creio que é uma série que só eu realmente gosto de acompanhar aqui em casa, hehehehehe.

-Qualidade-de-de-de de viiiida: Entrando na natação e fazendo shiatsu uma vez por semana. Aconselho!

- Bandas: tudo ótimo. A MESS fez um show excelente semana passada que nos renovou o gás. A Podias está para ensaiar (está demorando… heheheheheh) e a Lautmusik está de “feriado”, até a volta da Alessandra de férias e a recuperação da tendinite do Cassio.

Acho que por enquanto é tudo. Continuo não gostando da Pitty (esse disco novo mostra a fada tentando fugir do rótulo de fada-madrinha dos emos, mas com um resultado bem medíocre para fraquíssimo), ainda acho que filmes cabeça não são pra mim e que o calor em Porto Alegre é um saco (está previsto para esse final de semana 40º).

Abração! :)

Cloud Nine

Outubro 21, 2009

Lautmusik ao vivo no Rock Gaúcho na TV

Bem legal! :D

A música ali do vídeo se chama “Cloud Nine” e não “Call Line”, hehehehehe. A versão atual dela é mais rápida e tal, mas eu curto às ganha desse jeito.

Valeu, gurizada do Rock Gaúcho!

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Hoje tem MESS no Dr. Jekyll!!!

Vai lá, panga!

Quer desconto no ingresso? Manda até às 18h teu nome para melviraeossuprasumosdoswing@gmail.com que até às 23h o teu ingresso será de R$ 10.

Vai ser BEEEM tri!

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I’ve got a friend who I’ve known since I was seven
We use to talk on the phone, if we have time, if it’s the right time

Accompany me by the kitchen sink
We talk about love, we talk about dishwasher tablets, illness
And we dream about heaven

I know it, I think I know it from a hymn
They’ve said so, it doesn’t need more explanation
A box to open up with light and sound
Making you cold
Very cold

I leave home at seven
Under a heavy sky, I ride my bike up, I ride my bike down

November smoke and your toes go numb
A new colour on the Globe
It goes from white to red, a little voice in my head says oh, oh, oh

I know it, I think I know it from a hymn
They’ve said so, it doesn’t need more explanation
A box to open up with light and sound
And if you don’t
You’re on your own

Aguardem!! ;)

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Minha banda preferida do momento:

Os belgas do dEUS:


Bad Timing ao vivo


Slow ao vivo com a Karin Dreijer “Fever Ray” Andersson

Messin’ Around

Outubro 14, 2009

@FLYER@JEKYLL@03_400h

mess_01_raulkrebs_cl

Foto by Raul Krebs

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Mais vídeos da MESS!!!

Dessa vez o show foi no Garagem Hermética, dia 06 de março de 2009, com as colossudas The Transmission e Viana Moog!

Tempestade: http://www.youtube.com/watch?v=JA6V1gg_37M
Pegar ou Largar: http://www.youtube.com/watch?v=l_V3t8303gY
I Got Nightmares: http://www.youtube.com/watch?v=p32SZZcCZ2w
Hypnotize: http://www.youtube.com/watch?v=KYdvsIDMFn8
Hit The City: http://www.youtube.com/watch?v=JA6V1gg_37M
Fralda: http://www.youtube.com/watch?v=r3VrFtFGjeg
First Kiss: http://www.youtube.com/watch?v=styoFFlr9AM
Dress: http://www.youtube.com/watch?v=XODIiiCGFkE
Don’t Mess With My Heart: http://www.youtube.com/watch?v=3jt-sYS6wXM
Breakaway: http://www.youtube.com/watch?v=8iQNHt8Ij1M

Gracias ao Eduardo Normann pela gravação e ao André Bohrer pela edição para o YouTube! :D

Walk

Outubro 6, 2009

Mas ah!!

Disponibilizadus est o primeiro show da MESS, 06/12/2008, no YouTube!!

QUE PETÁCULO!!!

Devo dizer que a gente mudou DEMAIS desde então e, ainda assim, não faz nem um ano…

Eis os links pra vocês verem, ouvirem, adicionarem, favoritarem, repassarem, etc.

Em breve, o show do Garagem no YouTube! :D

MESS

Divagando/Hit The City (Lanegan) : http://www.youtube.com/watch?v=9FplO_xzNpY

First Kiss : http://www.youtube.com/watch?v=Rw2LPerjmrc

Pegar ou Largar: http://www.youtube.com/watch?v=scz8yJcmARc

Breakaway (Irma Thomas): http://www.youtube.com/watch?v=Z0yXifNIQv0

Da Doo Ron Ron (The Crystals): http://www.youtube.com/watch?v=twS6qFd5vqE

Tempestade: http://www.youtube.com/watch?v=4sCiEDlhMjs

Fralda: http://www.youtube.com/watch?v=mnF4xNuuVls

I Got Nightmares (versão do Wellwater Conspiracy): http://www.youtube.com/watch?v=_i-j13YHO4Y

Don’t Mess With My Heart: http://www.youtube.com/watch?v=tkptvNffpxc

Hypnotize (White Stripes): http://www.youtube.com/watch?v=wcw0aRTCK0k

Dress (PJ Harvey): http://www.youtube.com/watch?v=KRTvFJo0ElE

Agradecimentos especiais à Ziza que fez a mão toda de gravar esse show e ao André (meu colega de trabalho) que fez toda a mão de editar os vídeos para colocarmos no YouTube. :)

Rock This Town

Setembro 30, 2009

Nu rockabilly que me deixou FACEIRO às pampas!!!!

Molto tri!!!!

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Ontem rolou um ensaio emocionante da MESS. Que orgulho de fazer parte!! :) )))

Agora vamos lá!

Estraga!

Agosto 7, 2009

A Podias registrou 8 músicas, que somam doze minutos e, devo dizer, está MALDITO!!!!!! :)
Estou emocionado às ganha com a gravação e com a produção toda do Patrick e do Rafael Heck.
Em breve a gente bota lá no MySpace!

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A MESS e a Lautmusik também terão novidades bem legais em breve. Aguardem! :D

I Saw A Light

Julho 29, 2009

Bat For Lashes

Natasha Khan é formada em música e artes visuais. Na universidade, seus experimentais foram influenciados por artistas como Steve Reich e Susan Hiller, e produziu um trabalho de multimídia com foco em instalações fonográficas, animações e performances. Foi professora de primário, e foi durante esse tempo que começou a escrever o material para o primeiro álbum.

(…)

As músicas têm sido associadas com as de Bjork, PJ Harvey, Tori Amos, Kate Bush e Fiona Apple.

Sei lá, o som da moça me pegou de jeito… acho que estou muito nas pilhas de vocais femininos por conta das minhas queridas bandas. Essa Bat For Lashes caiu bem às ganha.

Falando nisso, ontem a MESS fez um ensaio pra lá de proveitoso. Uma música nova ficou quase pronta. Chama-se “Isn’t That What You Wanted, Babe?” e, pra mim, é quase um bolero, heheheheheh.

Em breve mais novidades da MESS!

Hotter Than Hell

Julho 7, 2009

Fonte: Remix

Pegada em 3, 2, 1…

Por Gustavo Brigatti
Na redação, final de expediente dos mais complicados, quase três da manhã, inclinado para trás na cadeira, me deparo com o MySpace do Maria Elvira e os Suprassumos dos Swing. Lembro que o camarada Paulo Germano havia citado o grupo numa reportagem sobre bandas de ou com meninas.

Mas seria a primeira vez que ouviria de fato. Eles haviam mandado um e-mail para a coluna, inclusive, mas, naquelas, a coisa não tá nada fácil e ficou por isso mesmo.

Mas então resolvi conferir qualéra.

O MySpace carrega a primeira das três faixas disponibilizadas ali, Don´t Mess With My Heart. O primeiro beliscão do baixo faz minha poltrona voltar para a posição vertical. Introdução Riders on the Storm, dos Doors. Bluseira algo psicodélica. Vontade súbita e incontrolável de uma meia luz, cigarros de cravo e um cowboy em copo de boca trincada. E só havia passado 30 segundos.

O tempo é suficiente para que Maria Elvira entre entornando _ sim, ela não canta, ela derrama _ a voz sobre a batida, insinuante, gentil e segura. Um voz feminina, vocês sabem, é sempre boa notícia. Mas uma vocalista que sabe o que faz, meu amigo, vale uma bacia de almas + o meu pote de balas de menta importadas.

E sai logo cantando sobre o único tema que importa numa sofrida e fria madrugada: corações partidos. “Não bagunce com meu coração”, pede, no título e no refrão, com a voz embargada de quem já cansou de repetir a ladainha e hoje avisa apenas por inércia, pouco preocupada se o fulano está ou não levando a advertência a sério.

A segunda faixa que ouço, já com os fones de ouvido grudados nos tímpanos, é First Kiss. Melhor bateria do disco, clima de perseguição, exploitation setentista e arredores. Penso logo em Faster, Pussycatt! Kill! Kill!, Maria Elvira num Dodge Challenger alucinando por uma highway cruzando o deserto do Arizona ou o Coyote finalmente conseguindo garfar o Papa-Léguas montado naquele foguete da Acme.

Mas a viagem de First Kiss é também pra pista. É só afinar um pouco o ouvido pro baixo solto, duelando com a guitarra durante o solo, e se soltar rodopiando num rockabilly um tanto mais selvagem que o de costume. Embora eu ainda preferiria ela castigando os alto-falantes da minha caranga rumo o qualquer lugar até acabar a gasolina.

Sem perder o espírito estradeiro _ e nesse momento eu estava quase calçando meu coturnos e alugando um Mustang _ eu paraliso com Fralda. Não me pergunte e eu nem quero saber _ agora, pelo menos _ porque a música tem esse nome. Sem nenhum medo de arriscar, é a faixa com mais pegada, a mais macho, explosiva, pesada, a mais pauduro feita por uma banda brasileira que ouvi este ano.

Não, não acredite em mim, não, que eu tô de saída rumo ao meu Shelby Cobra GT500. Vai lá e ouve. O riff inicial _ remetendo a 3´s & 7´s, do Queens of the Stone Age, se é que estamos nos entendendo _ diria tudo por si só, mas entra Maria Elvira disparando versos como se só lhe restasse um suspiro e o que ela quer é cantar então manda tudo o que tem envergando a voz e segurando firme no pedestal do microfone enquanto a banda senta braços e pernas o máximo que pode.

É quando no bar começam a voar mesas, cadeiras, garrafas, papel higiênico pegando fogo, quer dizer, hora de zarpar.

São só três músicas no MySpace da banda. Mas se o Maria Elvira e os Suprassumos do Swing seguirem por essa mesma trilha quando gravarem mais umas duas e fizerem um EP _ eu torço logo por uma bolacha dupla _ dificilmente escaparão da lista de melhores do ano.

O meu voto _ e do meu VW Carmagia _ eles já tem.

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Mah que tal, hein?

Muitos obrigados ao Gustavo pelo espaço no Remix e pelas palavras!!! :) ))

Vai lá e ouve também vivente:

MYSPACE DA MESS

Fast As A Shark

Junho 19, 2009

Beck recrutou alguns comparsas musicais para tarefa ousada: fazer um álbum cover, baseado em um disco inteiro, em apenas um dia. Devendra Banhart, o duo MGMT, Jamie Lidell e Nigel Godrich (produtor musical e tido como “sexto membro” do quinteto Radiohead) estão entre os convocados.

A empreitada foi batizada “Record Club” e será lançada em julho, no site oficial do músico. Assim que terminar a gravação do dia, ele irá liberar uma faixa por semana. Segundo o site Pitchfork, quanto mais imediato o resultado soar, melhor para os envolvidos no projeto. Por isso, ninguém irá ensaiar ou trabalhar em arranjos musicais de antemão.

Não se sabe quantos álbuns serão regravados pelo grupo – e se todos os músicos participarão de todas as sessões no estúdio. Mas o Record Club já escolheu um primeiro disco para começar: The Velvet Underground and Nico, álbum de estreia da banda de Lou Reed e John Cale que, por intervenção de Andy Warhol, contou com participação da cantora alemã Nico. Entre as faixas do disco, de 1967, clássicos como “Sunday Morning”, “Venus in Furs”, “All Tomorrow’s Parties” e “Heroin”.

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/5536/

beck

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Se eu pudesse fazer isso com as bandas que participo acho que escolheria os seguintes álbuns:

PODIASERPIOR – Fresh Fruits For Rotten Vegetables (Dead Kennedys) ou O Futuro é Vórtex (Replicantes)
MESS – Dust (Screaming Trees) ou Rain Dogs (Tom Waits)
SONICVOLT – Vol 4 (Black Sabbath) ou Vincebus Eruptum (Blue Cheer)

Após longo tempo sem atualizar essa “catígoria” do blog, vamos lá.

As coisas têm sido bem diferentes no meu tocar desde que a MESS começou. A SV tinha muita performance e porrada. A Podias também vai na linha mais porrada. Já a MESS eu posso explorar mais o som da bateria, tonalidades, texturas e a própria estrutura percussiva da mesma, me valendo do som diferenciado de cada parte das peles, pratos e tipos de batidas.

Olhando pra trás, vejo que a SV tinha muito de exibicionismo musical da minha parte. Porém, só “agregou valor ao produto”, pois não economizei em batidas diferentes, sincopadas e tempos curiosos (principalmente nas últimas músicas que fizemos). Posso dizer que eu sabia “bater” harmoniosamente antes, mas a SonicVolt me fez aprender a tocar.

A Podias é alegria pura dentro do caos. O negócio ali é rir e divertir. Se não nos divertimos, não tocamos. Simples assim. É sempre ótimo quando o Patrick vem com uma música nova e a gente termina de tocar dando risada. Gostaria só que a gente fosse mais CDF com a Podias, no sentido de gravar as músicas para o MySpace e por aí vai. Em termos de bateria, é a antítese de tudo que fiz como baterista na minha vida: tocar rápido. Nunca fui fã, como músico, da velocidade pura e simples. Sempre preferi um bom groove. Mas como a proposta da banda faz a velocidade ter sentido, corri atrás na buena e bem faceiro. Hoje quanto mais rápido melhor… e mais risos ao final da música. :) Tocar rápido pouco me interessa. Fora a Podias, eu não tocaria em mais nenhuma banda de punk, hardcore, splatter, death, grindcore…

A MESS começou de um jeito e agora está cada vez mais diferente. Isso é ótimo! Pois todos contribuem para as músicas. Cada um traz um pedaço de casa e todos testam maneiras diferentes de se tocar. As três músicas novas (cujo nome não lembro, hehehehehe) são uma amostra dessa diversidade bem vinda. Desde o começo sempre pensei em fazer o oposto radical de tudo que havia feito como baterista nos últimos anos. Simplifiquei a batida “barroca” da SV, porém mantendo uma certa “complexidade” (aquele tipo de coisa que você olha, acha fácil, mas vai tocar e se fode tentando repetir, ehehehehehhe… metido, eu?),  e diminuindo a velocidade da Podias, mas mantendo certas estruturas de tempo e batidas bizarras.

Estou realmente feliz com minhas bandas e com o que temos feito. Sinto-me crescer cada vez mais como músico, podendo trabalhar com pessoas COLOSSAIS que só me trazem aprendizado e criando músicas muito especiais.

Voltando à MESS, as novas músicas serão apresentadas no show da próxima segunda-feira. Esse aqui do flyer ó:

fly_mess_moog_15062009_jekyll_cor_peq

Vou tentar descrevê-las… mesmo que provavelmente meus amigos e companheiros de banda discordem do que eu escreva, hehehehehe… convido-os a comentarem então ;) :

PRIMEIRA – Pop total, com pegada pesada de guita no meio e paradinhas dançantes. Para cantar junto.
SEGUNDA – Riff do andré que começou como algo total Hard Rock, passou pelo estágio AC/DC, caiu num Black Keys, voltou pro hard farofa (do tipo que acompanha com cowbell e giradas de baqueta nos dedos) e acabou como um lance que combina Tom waits/Disco/Rumba/Tribais/Stoner.
TERCEIRA – Essa a gente só fechou pro show. Depois trabalharemos mais. Mas é um som épico… hehehehehe. Tipo de música que vai crescendo, pro fã mais enlouquecido fechar o olhinho na hora do show e cantar junto a plenos pulmões. Agora que meus amiguinhos vão querer minha cabeça: Eu diria que a música tem um “quê” de Pearl Jam com Radiohead e U2. Começa com uma batida seca, entra o baixo em tempos sincopados e a guitarra vem dedilhando lááááá do fundo. Finalmente o vocal entra melodicamente e vai subindo a emoçÃ. Sei lá porque, mas me lembrou aquelas três bandas, hehehehehe. Talvez fosse melhor eu dizer que a música se parece com uma mescla de Napalm Death/Venom/Carcass…

Como for, nessas três músicas tive certa dificuldade de fechar uma batida, pois achava sempre tudo BUIDU ZIMBLES (“muito simples” para os não-entendidos, hehehehe). Mas há beleza na simplicidade. Já sabia disso, só botei em prática. Com certeza estou mais econômico e minimalista (como já disse acima), mas acho que estou também mais eficiente e isso me interessa muito mais do que inventar quinhentos rolos e quebradas por segundo, hehehehhe.

Então tá, porto alegrenses: vão lá segunda-feira!!! Quem não for daqui também está mais do que convidado a vir pra Porto Alegre curtir o show da MESS. Será uma experiência maravilhosa! hehehehehe

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Mano, tudo vai dar certo e não há de ser nada!!! :)