Funny Feels Fine
Julho 29, 2008
Essa é para os publicitários.
De todas as tentativas de convencimento ou conversão dos consumidores na propaganda, uma área específica sempre me trouxe questionamentos mais profundos: a venda de produtos destinados às necessidades fisiológicas do serumano.
Claro que também há aquela “pasta” de questões como hemorróidas, incontinência urinária e paumolive que também são um terreno pantanoso, mas os produtos de higiene de toilet sempre me causaram diversão.
Fico cá pensando como deve ser a reunião de brainstorm numa agência para promover o papel higiênico. Mais ainda, na seção de design e arte, como eles chegam à conclusão de que a pessoa vai se sentir compelida a utilizar um papel higiênico com perfuminho “orvalho matinal” ou um desenho na embalagenm de um campo florido… melhor ainda, quando no supermercado o sujeito olha para a seção e se pergunta:
- Hmmm… limparei a bunda com um coelhinho peludo, um filhotinho de cachorrinho ou um bebê?
Não há escapatória…
Da mesma forma as propagandas de tv. Recentemente entrou uma de uma modelo na passarela com a famosa cara de “ai meu Deus, tragam-me minha calça marrom!”, sai correndo para os bastidores, recebe um papel higiênico na porta do banheiro e volta bem faceira para a passarela. Ok, lidar com essa situação apelando para o humor talvez seja a forma mais eficaz mesmo de tirar o pensamento da questão principal, mas não posso deixar de imaginar um gaiato lá no meio do público que assiste o desfile, se levantar e gritar com um sorrisinho maroto no rosto:
- Aee hein, filha! Deste uma CAGADA vigorosa, né não?
Até mesmo os iogurtes para controle intestinal também acabam no mesmo saco. Aquela coisa de “antes eu tinha mó dificuldade, agora sou um relógio!” soam estranhas aos meus ouvidos. Trabalho sujo, mas que alguém tem que fazer…
Agora, nada supera o Pedrinho… O fato daquele piá não querer soltar um barro em casa por causa do perfuminho da casa do Pedrinho é de dar vontade de afogar o piá na privada. Sem falar nas outras piadinhas infames como:
- Mamãe, eu quero fazer cocô…
- Tá bom, vamos…
- Não, eu quero fazer cocô NO Pedrinho.
E por aí vai…
……..
Nada como não ter o que falar e apelar ao famoso toilet humor…
Julho 30, 2008 at 10:27 pm
Esse Pedrinho sem dúvida merecia uma biabas na bunda cagada.
Lendo o post me lembrei do busdoor do ‘Laboratório Tabajara’: Fiz exame de cocô e tá tudo bem!
Julho 31, 2008 at 7:17 pm
uhehuehuehuehuehue
“tá tudo bem!”
Agora, cá entre nós, quando o piá mostra o dedinho pra mãe “eu quero fazer cocô no pedrinho” e mãe devia surtar e largar:
“enfia esse dedo no…”
uhehuehuehue Aí sim a propaganda seria perfeita!
Agosto 1, 2008 at 9:20 pm
HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Agosto 4, 2008 at 6:27 pm
Sensacional!
Como escreveu o Marco Aurélio do http://www.jesusmechicoteia.com.br , toda vez que aparecem esses comerciais de “iougurte que faz seu intestino trabalhar como um reloginho”, dá vontade de virar pro cabra e falar “má porra, deve ser foda ver as horas hein?”
Agosto 5, 2008 at 9:52 pm
UHEHUEHUEHUEHUEHUEUHEUHE
Bem nessas!!!!