Rockin’ Pneumonia and the Boogie Woogie Flu
Junho 2, 2008
Bom, “pneumonia” não, mas Rockin’ Sinusitis com certeza.
O tio está ficando velho. Pegou uma friage duas semanas atrás e ainda está podre tomando uma cacetada de remédios pra ver se melhora. ô diacho!!!!
O pior não é isso, o pior é a “febrinha”. Isso é o que me deixa irritado às ganha. Se fico parado, deitado e tiro a temperatura, o termômetro marca algo entre 36,5° e 36,6°. Se me levanto, faço qualquer porcaria ou venho pro computador, automaticamente passa para 37° plus dor de cabeça (eu sei que 37° não é exatamente feeeebre, mas para mim já é o bastante para derrubar)… eu não entendo, simplesmente não entendo.
Resumo da ópera: desenvolvi um novo TOC, a cada vinte minutos eu meto o termômetro embaixo do braço.
Já diz aquela música tell me people am I going insaaaaneee? O-bó-vi-o que sim, mas não consigo evitar. Se eu não tirar a temperatura a cada poucos minutos, um asteróide vai se chocar com a Terra…
Já que falamos de doenças e perebas…
No final de 2006 eu passei um puta susto com saúde que até hoje me abala os nervos. No final do ano descobri um caroço do tamanho de um feijão no pescoço. Desespero, angústia, desgraça. Fiz todos os exames possíveis e foi descartado câncer e outras doenças mais perigosas. Aquele carocinho foi submetido a uma punção e não revelou nenhuma malignidade. Ele diminuiu após a punção, mas eu ainda o sinto quando estou no banho… como se fosse uma espinha bem pequena interna. Desencanei por um tempo. Nas palavras do meu primo médico “esquece, são as marcas da vida”. Nesse meio tempo outro apareceu na parte posterior direita do meu pescoço. Um ano depois voltei para uma revisão, nada novamente, mas uma médica que me atendeu para um outro problema me deixou de cabelo em pé, pois ela sentiu e disse ter mais uns quatro espalhados. Eu parecia desenho animado quando o indivíduo surta: os olhos piscando rápido, a boca no chão, etc. Novamente mais exames e tudo ok, “desencana!”.
Confesso que de tempos em tempos eu fico naquelas de “putz, que vontade de me meter num hospital e só sair de lá quando todos os exames possíveis do mundo tiverem sido feitos para me dizer exatamente que porra é essa!”. Devo dizer que esse segundo caroço não aumentou com o tempo. Os médicos dizem que se fosse algo fodido, teria crescido e o anterior teria voltado a crescer também. Nada aconteceu. Explicação: “Sr. Álcio, isso pode ser conseqüência de qualquer coisa, uma rinite até… o gânglio cresceu, não se ‘recuperou’ e ficou desse jeito. Não há nada para se preocupar”. Se eles tivessem uma bolotinha no pescoço talvez eles pudessem dizer “não me incomoda nenhum pouco”, o que eu faço é simplesmente me esquecer que ela existe, mas de tempos em tempos lembro.
Paranóia, hein?
Agora é essa porra de “febre louca” que tenho somente quando faço alguma coisa… onde já se viu isso? Tenho até medo de perguntar para meu médico. Vai que ele me olha torto e resolve me internar na Pinel de uma vez por todas. Louco de especial e especial de louco.
Como for, saúde à todos vocês e que eu me recupere logo dessa joça de bronquite e sinusite dos infernos!!!
Junho 3, 2008 at 3:11 pm
Enquanto isso, tua esposa te consola com…
[silêncio]
[grilos]
[silêncio]
Junho 3, 2008 at 3:24 pm
hehehehehehe
Junho 3, 2008 at 6:36 pm
Males de inverno, amigo. Uns meses atrás eu tive uma que, lá pelo décimo dia, eu cheguei a desconfiar que NUNCA iria passar. Mas passou. Vai num mel + limão + doses absurdas de líquidos e tudo vai ficar bem. E troca do termômetro pelo controle remoto da TV. É mais divertido.
Junho 7, 2008 at 8:12 pm
Tenho vasta experiência com carocinhos e caroções pelo corpo.